28 horas


ampulheta

De cabeça mergulho numa tormenta sem fim
De querer te querer mais e mais
Para quando chegar a hora você se manter longe de mim.

A sua prisão não te deixou ver
Que a vulnerabilidade não é assim tão ruim
E que pele na pele diante disso tudo é libertador.

Queria me perder nas águas do teu ser
Sem bússolas para me orientar
Só as estrelas do seu céu para me guiar.

Essa agonia que você incita
Traz ansiedade e vontade
De nunca mais parar quando você quase grita
Não!

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